A Schoolastic iniciou sua história em 2015 com um grande e nobre propósito! Contribuir para desconstruir o modelo matricial de avaliações utilizado no modelo educacional brasileiro através do desenvolvimento das habilidades e competências socioemocionais.

Se inspiravam com o que preconizava-se ser o ideal da educação do século XXI. Discussões sobre o o futuro do ensino e o futuro do trabalho e das profissões os motivava. Estudos apontam cerca de 70% delas serão de profissões que ainda não existem.

Estas profissões demandarão mais de habilidades e competências socioemocionais (softskills) do que de habilidades técnicas e/ou acadêmicas (hardskills). Isto tudo reforça a visão do quanto a educação brasileira está desalinhada dos objetivos e demandas dos estudantes para o século XXI.

As 10 mais importantes habilidades e competências pelo World Economic Forum para o ano de 2020

A visão da Schoolastic

A visão da Schoolastic deixa de ser um incomodo perceptivo, quando se vê pessoas reconhecidas discorrer sobre a educação brasileira. Claudia Costin (ex-diretora de educação do Banco Mundial no Brasil, ex-secretária de educação no RJ e em SP), por exemplo, que em muitas de suas entrevistas e vídeos, reforçou a visão de que o Brasil estaria longe de um salto socioeconômico, pelo fato de também estar longe de um salto educacional. Na visão de Costin, dois eram os maiores problemas da Educação Brasileira:

  1. Os educadores não conhecem com profundidade a “matéria-prima” do estudante do século XXI;
  2. Os pais e as famílias estão desengajados da missão de desenvolvimento educacional de seus filhos.

E, a partir de um relato pessoal de Luiz Orlandini, sócio fundador da Schoolastic, pai de 3 filhos (22, 13 e 6 anos), na difícil missão de reconhecer a assertividade da constatação da Cláudia: “SIM. É real. Por mais que muitas vezes possa nos doer ao reconhecer”.

Desde 2015, se observa iniciativas para diminuir a distância entre as escolas e as famílias, no tocante as demandas do dia-a-dia dos filhos, e com muito êxito criaram soluções que ao menos flexibilizavam a missão de gestão dos pais.

Entretanto, ao mesmo tempo que é importante, se percebe o quanto pode gerar uma pseudo sensação de proximidade. Veja como exemplo, o que ocorre com as notificações de redes sociais, que por vezes encantam as pessoas ao acessar uma foto compartilhada pela escola com a criança sorrindo em meio a uma atividade, entretanto não se compreende o que realmente está por trás da cena.

Saber se o filho vai precisar levar material reciclável, se está fazendo as lições, tirando boas notas, se alimentando direitinho, não é o suficiente. É necessário mas…

Foi em meio a este cenário complexo de criação de um novo mindset, que a Schoolastic desenvolveu um modelo, amparado por um método científico e uma plataforma de apoio para viabilizar a captura de padrões de frequência comportamentais de estudantes, com uma visão transversal, e assim trabalhar o desenvolvimento das habilidades e competências socioemocionais.

A partir de questionários que contam com a participação de educadores, pais e, eventualmente, do próprio estudante, sobre situações factíveis de serem observadas no ambiente escolar e familiar/social. E a partir delas, utilizando uma inteligência cem por cento proprietária, gerar indicadores prognósticos, acerca das habilidades e competências socioemocionais do estudante, em maior alinhamento com seu modus operandi e suas preferências cerebrais.

O histórico da Schoolastic

Já nos primeiros acessos ao mercado, visitando e conversando com as escolas, a Schoolastic percebeu que ao mesmo tempo que enchiam os olhos com uma proposta inovadora, também gerava uma dose de preocupação nos docentes no tocante às demandas que uma plataforma poderia gerar dentro do plano pedagógico da escola.

“Seria lindo conhecer tantos indicadores, mas conhecê-los precederia a necessidade de ter que tratá-los, lidar com eles depois…”, comentou um diretor numa apresentação realizada.

A Schoolastic sempre foi vista como visionária, e em alguns casos até se passou como criadora de uma moda ou um problema, para depois se ter o que resolver.

Mas foi ao final de 2017, com a homologação da BNCC – Base Nacional Comum Curricular, surge uma abordagem mais orientada ao desenvolvimento de habilidades e competência de estudantes, do que propriamente um processo de avaliação que mensura a retenção de conhecimento a partir de um resultado objetivo, baseado em uma nota.

Com a homologação da base, e obrigatoriedade de sua implantação integral até o final de 2019, a Schoolastic vai de encontro ao um problema real, auxiliar as instituições de ensino da educação básica no desenvolvimento das 10 habilidades e competências gerais previstas pela Base.

Visão representativa da plataforma Schoolastic

Capacitação continuada de professores: habilidades e competências

Com a homologação da Base, a Schoolastic compreendeu que a maior dificuldade de sua implantação estava diretamente ligada à formação e capacitação continuada dos professores. Visto que os mesmos professores ainda não estão preparados para ter um olhar mais cuidadoso, identificar quais habilidades e competências cada aluno tem desenvolvida, e quais ele poderia desenvolver para ter uma formação mais integral.

A plataforma Schoolastic com total alinhamento às habilidades e competências da base, pode orientar os professores no pleno exercício de suas funções, auxiliando a identificar o que DEVE ser observado no padrão comportamental de cada estudante, afim de obter respostas e indicativos sobre as habilidades e competências.

O método de aplicação estrutura e fomenta uma prática cotidiana de observação, sem a qual qualquer avaliação precipitada poderia estar carregada de subjetividade e do próprio juízo de valor do educador. A plataforma propicia também, a possibilidade de tangibilizar os contrapontos entre as visões/observações do professor, ante a visão dos pais e também do estudante (a partir do fundamental 2).

Ao gerar indicadores prognósticos, a ferramenta ajuda a acelerar o reconhecimento de alguns padrões do estudante, e aceleram as percepções em termos de compreensão dos resultados pelos professores.

E, por fim, quando se apresenta os planos de ação, a ferramenta indica o que pode ser estimulado num grupo de estudantes, com base nas habilidades já identificadas e o que pode ser desenvolvido dentro dos gaps identificados, a partir de cada pergunta que foi respondia previamente pelo professor.

Logicamente, os processos de formação continuada baseadas em cursos e workshops têm seu valor, mas a Schoolastic acredita que apresenta uma proposta com impacto substancial, por propiciar o aprendizado e práticas diárias, em pleno exercício do trabalho.

Com este propósito bem orientado, a Schoolastic foi convidada a participar de um dos maiores eventos de startups educacionais do mundo, o Global Education Startups Awards.

Global Education Startups Awards – GESA 2018

A etapa brasileira do evento ocorreu na Faculdade Positivo em Curitiba, no dia 22/11/2018.

Critérios para participação no GESAwards 2018

A Schoolastic atendeu a todos os critérios técnicos da competição e concorreu com edTechs com soluções e propósitos maravilhosos, o que só aumenta sua conquista!

Startups participantes do GESAwards 2018

A Schoolastic ficou em 2º. Lugar

Este tipo de reconhecimento é muito importante para a Schoolastic que empreende em algo que é mais do que uma solução, representa verdadeiramente um novo “mindset”.

A Schoolastic já havia sido um dos finalistas do Global Impact Challenge Brasil 2018 – Singularity University e sido reconhecidos como a edTech mais inovadora da América Latina pelo ranking Innovation Awards Latam 2018. A startup também passou a figurar no ranking 100 Open Startups 2018, como Top 10 no segmento educacional.

Todos eles validam a intenção e propósitos da educação do futuro, e com certeza encorajam a Schoolastic a continuar a missão de ajudar as escolas e famílias a criarem uma nova geração de potenciais humanos.

#beschoolastic